Dom24092017

Economia do crime ajuda a entender crise carcerária

Economia do CrimeUm tipo de “comportamento de exceção”, onde o que importa é a convicção dos agentes da justiça, vem ganhando terreno na sociedade brasileira e piora, ainda mais, as expectativas de melhora do problema carcerário no País. É o que acredita o doutor em ciência política pela Unicamp, Paulo de Tarso da Silva Santos.  Em dezembro de 2015, o Jornal da Unicamp publicou uma reportagem (veja aqui), feita a partir do doutorado de Santos, que mostrava a negação da cidadania nas políticas públicas de segurança e as consequências no sistema carcerário brasileiro.

Na matéria o pesquisador afirmava que não haveria solução para o problema sem o resgate da cidadania e projetava, como muitos estudiosos do tema, os piores cenários para o sistema carcerário e para a sociedade em relação ao crescimento das facções criminosas. “Hoje o que está em jogo não é se o criminoso está preso ou não, se o presidio é privado ou não. Eu simplesmente não prendo alguém e depois entrego o corpo para a família com a justificativa que é bandido. Não podemos nos esquecer qual é a função do estado, o papel do direito penal”, afirma Santos.

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