orlando livro 700Orlando Carlos Furlan, Assistente Técnico de Unidade (ATU) do Instituto de Economia (IE) da Unicamp, convive com a Universidade há algumas décadas. Com 12 anos já cortava as ruas do campus distribuindo ou buscando correspondências, atributos da função de office-boy. Aos 55, realiza, enfim, um sonho: transformar em livro experiências de vida pessoal e profissional. Atitude vencedora:  faz toda a diferença será lançado no dia 17 de abril, às 16 horas, no Auditório Zeferino Vaz do IE, onde Furlan atua há 33 anos (desde 1993 como ATU). No livro, o autor desafia o leitor a desenvolver atitudes vencedoras e conquistar o sucesso que tanto almeja.  Furlan explica as origens da atitude e o que ela pode fazer ou não pelas pessoas. Detalha ainda os obstáculos à atitude e  finaliza com o capítulo "Mudando de atitude por meio de suas escolhas". Atitude vencedora:  faz toda a diferença foi patrocinado pelo Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS) da Unicamp, através de edital público em 2014.

“Sou uma prova inconteste que as atitudes pró-ativas, somadas ao desejo de crescimento, experiência e competência, abrem oportunidades únicas para todos que desejam ser autores do seu processo de mudança”, explica Orlando, referindo-se à sua história. O escritor trabalhou  fora da Unicamp depois da primeira experiência aqui e retornou convidado pelo professor José Graziano da Silva, hoje presidente da FAO, em Roma. Sua função: datilógrafo. Com empenho, determinação e disposição, logo se diferenciou dos demais por conta de sua produtividade. O reconhecimento rápido proporcionou a  contratação pela Unicamp em uma função superior. Com a criação do Instituto de Economia, foi convidado, juntamente com 16 colegas, a fazer parte da equipe inicial de servidores. No momento apenas Furlan continua na ativa. “Posso afirmar que, com frequência, nossa atitude é a única diferença entre sucesso e fracasso”, diz.

Para chegar ao livro e palestras na Universidade e fora dela, Orlando deu aulas no ensino superior como professor. “É uma experiência mágica, pois o professor nunca morre e deixa sua marca em seus alunos”. As palestras, pelo menos 50,  vieram a partir de Simpósio dos Profissionais da Unicamp, onde chegou a dar três minicursos. Baseado em Victor Frankl, que diz que “a última das liberdades humanas é escolher a atitude em qualquer circunstância”, Orlando resolveu crescer, lutar e vencer. O livro foi um processo constante de auto-conhecimento e auto-ajuda literalmente.







sbpo 2014Este trabalho apresenta um estudo comparativo de métodos de medida de risco de mercado, o Value-at-Risk. Por meio do estudo de três métodos diferentes de cálculo, o método de Simulação Histórica (MSH), o método de Médias Móveis (EQMA) e o método de Suavizamento Exponencial (EWMA), o trabalho busca aplicar estes modelos em uma carteira fictícia composta pelas maiores empresas presentes no Índice Bovespa (IBOVESPA). Com os resultados das estimações dos Value-at-Risk, métodos de backtesting são aplicados com o intuito de analisar qual dos modelos estudados é o mais eficiente para a gestão de risco em carteiras de ações nacionais. O backtesting sugere que o modelo EWMA é mais adequado para a estimação do VAR quando comparado aos outros modelos analisados.


Download do Artigo - Versão Completa (Autor: Gustavo M. Finoto)







premios CofeconO Conselho Federal de Economia (Confecon) premiou a Unicamp e o professor Wilson Cano, do Instituto de Economia (IE), respectivamente como Destaque Econômico do Ano (modalidade Academia) e Personalidade Econômica do Ano 2013, em solenidade na noite desta quarta-feira, em Goiânia. A premiação ocorreu na abertura do 24º Simpósio Nacional dos Conselhos de Economia (Since), que vai até 6 de setembro e tem como tema central “Por um projeto de nação: política econômica, pacto federativo e desenvolvimento regional”. São esperados 200 delegados representando os economistas de todo o país.

O prêmio Personalidade Econômica do Ano, criado em 2004, já teve entre os agraciados outro docente da Unicamp, Marcio Pochmann (2007), além de Maria da Conceição Tavares (2010), hoje professora emérita da UFRJ. Nos últimos cinco anos ainda foram premiados Paulo Nogueira Batista Junior, diretor executivo do FMI (2012), o ministro da Fazenda Guido Mantega (2011) e o ex-ministro Delfim Netto (2012).


No primeiro dia do 24º Since, o Confecon também revelou os vencedores da 20ª edição do Prêmio Brasil de Economia (PBE), concurso que visa incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes a desenvolverem pesquisas voltadas ao conhecimento da realidade brasileira. O PBE distribuiu R$ 48 mil em cinco categorias: monografia de graduação, dissertação de mestrado, tese de doutorado, artigo técnico-científico e livro de economia. Nesta última, o professor Francisco Lopreato, da Unicamp, ficou em 2º lugar com o livro “Caminhos da política fiscal do Brasil”.


Fonte: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2014/09/03/unicamp-e-wilson-cano-sao-premiados-pelo-conselho-federal-de-economia







analise do impacto dos veiculos flexOs principais combustíveis para veículos leves no Brasil são a gasolina C - que é uma mistura da gasolina A, resultante da destilação fracionada do petróleo e do etanol anidro – e o etanol hidratado. Por esta importância, criou - se um arcabouço institucional para orientar e regular o funcionamento das atividades do setor de combustíveis, inicialmente para a gasolina, tendo sido o etanol hidratado contemplado por tal dispositivo em 2011. A partir de 2003, houve o surgimento, no Brasil, dos veículos flex - fuel, popularmente conhecidos como “bicombustíveis”. Com isto, vislumbrou - se a possibilidade de ativação de um fator adicional para a regulação dos preços dos combustíveis veiculares: o aumento do poder do consumidor em definir qual dos combustíveis poderia utilizar, conforme a disposição dos preços dos mesmos.

Um dos efeitos do crescimento da frota flex - fuel foi o aumento da produção e dos investimentos no etanol (em especial o da cana de açúcar) como uma alternativa plausível ao combustível mais utilizado (gasolina C), quando não, assumindo este posto. Esperava-se que a formação dos preços dos combustíveis fosse menos dependente de seus custos de produção e distribuição e pudesse ser mais influenciada por uma pressão da demanda do consumidor. Entretanto, o aumento em larga escala da frota bicombustível em circulação no Brasil nos últimos anos acabou não tendo sido o fator de determinação dos preços dos combustíveis veiculares que se era esperado. A explicação disto está em fatores externos à indústria automotiva, ligados às estruturas da cadeia produtiva do petróleo e do etanol, principalmente à questão do grande aumento dos preços internacionais do petróleo e do etanol hidratado no mercado internacional nos últimos anos.

Download: Íntegra do Artigo







premios AKBVencedores do II Prêmio de Teses e Dissertações da AKB

Categoria Dissertação de Mestrado :

1o Lugar:
Título: Fragilidade financeira e vulnerabilidade externa na economia brasileira (1990 - 2013)
Autor: Samuel Costa Peres (UEM).
Orientador: Eliane Araujo (UEM).

2o Lugar (duas dissertações ficaram empatadas em segundo lugar)
Título: Estrutura produtiva no modelo neokaleckiano de crescimento e distribuição: simulações para a economia brasileira
Autor: Danilo Sartorello Spínola (IE-Unicamp).
Orientador: professor Fernando Sarti (IE-Unicamp)

Título : A política monetária e a curva de rendimentos dos títulos públicos federais: a atuação do ​Banco ​Central do ​Brasil no período 2003-2012    
Autor: Luiz Fernando Carnot Ribeiro de Almeida (IE-UFRJ).
Orientador: Jennifer Hermann (IE-UFRJ)


Fonte e Mais detalhes: http://www.akb.org.br/premio-akb.asp