Entender a desigualdade da distribuição de riqueza no mundo é um dos principais desafios enfrentados por economistas e desenvolvedores de políticas públicas. Desde 2011, um novo índice pretende apresentar de maneira mais clara a situação, iluminando aspectos que permaneciam escondidos nas medições anteriores. O Índice Palma, por meio de uma razão simples entre a renda dos 10% mais ricos e a dos 40% mais pobres de cada país, sinaliza o locus do desajuste estrutural que perpassa todas as sociedades capitalistas, independente de seu nível de riqueza. José Gabriel Palma, cujos estudos deram origem à medida, participou nesta terça-feira (11), das comemorações dos 50 anos do Instituto de Economia (IE) da Unicamp, com a palestra "Por que a desigualdade é tão desigual em todo o mundo?".







Fernando Nogueira da Costa

Estas memórias constituem uma autobiografia intelectual, configurando-se como uma narrativa simultaneamente reflexiva, didática e pessoal. Adoto a forma de um relato analítico e crítico, dando conta do meu desenvolvimento como aluno e professor nos aspectos didático e científico, tendo como base os estudos e as pesquisas realizados mais recentemente em Economia. Recordo os acontecimentos mais marcantes da minha trajetória acadêmico-profissional no IE-UNICAMP.







O capitalismo é um sistema inerentemente repleto de contradições. De um lado, um imenso estoque de riqueza acumulada e uma capacidade ímpar de geração de nova riqueza. De outro, desigualdade socioeconômica, desemprego estrutural, precarização das relações de trabalho, degradação do meio-ambiente e reificação das relações sociais.







O professor Prof. Makram El-Shagi, da Henan University (China), tratou das especificidades da política monetária na China, advindas de um sistema financeiro bastante controlado, com múltiplas taxas de juros e com segmentações de mercado.







Em tempos de barbárie no Brasil e no mundo, provocada pela crise estrutural do capital, se faz uma urgência teórica: o estudo do passado a partir da longa duração, se apropriando da raiz dos principais problemas, de modo a extrair sínteses estruturais capazes de armar novamente o pensamento social para a ação. É justamente esta a motivação desse seminário, que também lançará o livro: “Formação Econômica do Brasil: herança colonial, industrialização dependente e reversão neocolonial”, organizado pelo prof. Fábio Campos.







Era uma vez uma colmeia bastante próspera, porém dominada por fraudes e vícios. Até que as abelhas, na tentativa de criar uma sociedade que fosse também virtuosa, resolvem que todos deveriam mudar e buscar a honestidade. A partir daí começa o declínio da colmeia e nada mais se produz. Em “A Fábula das Abelhas” do autor holandês Bernard Mandeville, de 1723, o filósofo francês Dany-Robert Dufour buscou a síntese a partir da qual construiu seu raciocínio na conferência "O homem que virá após o Liberalismo". “A desonestidade é condição da produção da riqueza”, destacou o filósofo. O evento foi realizado na quinta-feira, 30, no auditório 'Zeferino Vaz' do Instituto de Economia (IE) da Unicamp.







Um dos principais desafios da sociedade atual envolve a tão necessária transição de uma economia quase exclusivamente baseada em fósseis para uma mais sustentável, a fim de neutralizar e reduzir as emissões de gases de efeito estufa e o aumento do aquecimento global.







Due to structural reasons, but also to the economic crises, the situation of the labour market is very sensitive in many countries of the world. In the framework of the BRICS Network University, the Institute of Economics and the Institute of Philosophy and Human Sciences of the University of Campinas (Unicamp) have organized a Workshop to discuss the labour market in BRICS countries. The workshop has gathered together specialists on the labour market from Brazil, Russia, India, China and South Africa.